Sobre a sela do meu alazão
Sinto a saudade que arde no peito da mulher amada
Que um dia deixei...
Nas terras do meu sertão
Um dia me ensinaram que o homem não tem fronteiras
Sou peão violeiro
Vagabundo confesso
E sigo meu destino... sobre meu alazão
Com meu chapéu de sombra e um bornal na mão
Mas a lembrança que bate no peito
Cala também meu violão
Não há peão
Nem a sertão
Que resista a uma saudade que dói
No coração !
domingo, 16 de dezembro de 2007
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