Minha inquietude alimenta os caminhos que percorro
E por onde eu ande... Seja descalço ou cercado de luz
É o espírito de Deus que me conduz!
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
FOSSA
Fim de amor é feito faca que corta...
Machuca demais na hora.
Sangra
Arde
Faz chorar!
Mas lentamente vai fechando
Pouca a pouco cicatrizando!
No final...
Bem,
No final resta apenas uma cicatriz
Feito as que ganhamos ao longo da vida
Igual escorregão de bola
Ou mesmo a carteira que tropeçamos
Na escola.
Por fim...
É apenas mais um machucado
Entre tantos mal curados!
Machuca demais na hora.
Sangra
Arde
Faz chorar!
Mas lentamente vai fechando
Pouca a pouco cicatrizando!
No final...
Bem,
No final resta apenas uma cicatriz
Feito as que ganhamos ao longo da vida
Igual escorregão de bola
Ou mesmo a carteira que tropeçamos
Na escola.
Por fim...
É apenas mais um machucado
Entre tantos mal curados!
sábado, 13 de setembro de 2008
ENTRE ATOS
Na vitrola Pink floyd
E na cabeça um sentimento de angustia
Eu e meus complexos
Às vezes poeta e noutras Freud
A madrugada foge
Vejo-me em sonhos e bombas
Faço da vida um replay
Olhos vidrados em desalinho
Esperando que sol aperte o play
Busquei na fumaça do cigarro... Meu bendito companheiro
No gole engasgado
No beijo mal passado
Uma explicação pra esse grito que morre em mim
Eternamente sufocado
Descobri a sinfonia que faltou
O blues inacabado
O quadro ainda não pintado
A chuva que transborda o rio
E o silencio que ecoa
No vazio
Mas a agulha já risca estridente
Vou desligar a vitrola
Descer o pano
Apagar a luz da memória!
Enquanto o galo canta
A solidão mais uma noite me alcança
E encanta
E aos que sonham como eu
Bom retorno...
Amanha a entrada é franca!
E na cabeça um sentimento de angustia
Eu e meus complexos
Às vezes poeta e noutras Freud
A madrugada foge
Vejo-me em sonhos e bombas
Faço da vida um replay
Olhos vidrados em desalinho
Esperando que sol aperte o play
Busquei na fumaça do cigarro... Meu bendito companheiro
No gole engasgado
No beijo mal passado
Uma explicação pra esse grito que morre em mim
Eternamente sufocado
Descobri a sinfonia que faltou
O blues inacabado
O quadro ainda não pintado
A chuva que transborda o rio
E o silencio que ecoa
No vazio
Mas a agulha já risca estridente
Vou desligar a vitrola
Descer o pano
Apagar a luz da memória!
Enquanto o galo canta
A solidão mais uma noite me alcança
E encanta
E aos que sonham como eu
Bom retorno...
Amanha a entrada é franca!
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
O DIÁRIO
Deixei cair à caneta sobre folhas sem pauta
Transformei gotas de tinta azul em palavras sentidas
Completei com vírgulas e acentos uma frase
A borracha comeu o que de nada valia
Notei rimas mesmo em sentidos pouco literais
Por enquanto eram apenas palavras
Palavras banais
Ainda não havia ali uma vida
Faltava amor
Faltava alma
Talvez até mesmo um pouco de dor
Mas então...
Os sentidos se formaram feito partículas atômicas
Falei dos amores que vivi
E dos que perdi
Falei de Deus
Contei trovas e resenhas
E também chorei um adeus
E foi assim...
Sobre uma mesa de marfim
Em papel sem pauta
Que cheguei ao fim
Gota a gota escrevi meu depoimento
Alguns chamaram poesia
Outros melodia
Quanto a mim?
Chamei de testamento!
Transformei gotas de tinta azul em palavras sentidas
Completei com vírgulas e acentos uma frase
A borracha comeu o que de nada valia
Notei rimas mesmo em sentidos pouco literais
Por enquanto eram apenas palavras
Palavras banais
Ainda não havia ali uma vida
Faltava amor
Faltava alma
Talvez até mesmo um pouco de dor
Mas então...
Os sentidos se formaram feito partículas atômicas
Falei dos amores que vivi
E dos que perdi
Falei de Deus
Contei trovas e resenhas
E também chorei um adeus
E foi assim...
Sobre uma mesa de marfim
Em papel sem pauta
Que cheguei ao fim
Gota a gota escrevi meu depoimento
Alguns chamaram poesia
Outros melodia
Quanto a mim?
Chamei de testamento!
LEITURA DINAMICA
Seus olhos são cristais em mim
Sua boca quando sorri
Tem a textura do amor
Sorvido em lençóis de cetim
Teus seios de pele macia
Adornando seu colo
Convida-me
Neles você me conforta e acaricia
E como obra prima
Também é sua cintura
Movimentam-se frenéticas
Transformando essa paixão em moldura
O que falar das coxas
Essas benditas e divinas coxas
Por elas me enrosco
Embosco-me
Nelas te encoxo
Vou virar você...
Ah! O quadril
Do tamanho do céu
Empinado
Safado
Pedindo
E eu implorando... Quase gritando
Revirar e virar
Maltratar
E minhas mãos malhar
Chega de ilusão!
Melhor virar a pagina
Prefiro ler anúncios
Amor de revista
É prenuncio de solidão.
Sua boca quando sorri
Tem a textura do amor
Sorvido em lençóis de cetim
Teus seios de pele macia
Adornando seu colo
Convida-me
Neles você me conforta e acaricia
E como obra prima
Também é sua cintura
Movimentam-se frenéticas
Transformando essa paixão em moldura
O que falar das coxas
Essas benditas e divinas coxas
Por elas me enrosco
Embosco-me
Nelas te encoxo
Vou virar você...
Ah! O quadril
Do tamanho do céu
Empinado
Safado
Pedindo
E eu implorando... Quase gritando
Revirar e virar
Maltratar
E minhas mãos malhar
Chega de ilusão!
Melhor virar a pagina
Prefiro ler anúncios
Amor de revista
É prenuncio de solidão.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
RELÓGIO DE BOLSO
No movimento infinito das horas
Os ponteiros são feito alma sem vida
Girando sempre num mesmo sentido
Todo dia
Todo dia
Todo dia
Mas mesmo preso as horas que da vida restam... e pra sempre algumas prestam
Vivo a vida sem contar o tempo... amando aqui e ali
Levantando e caindo á todo momento
Sou um pescador de sentimentos
Um mal pagador de promessas
Um escritor de traços falhos
Sou naufrago de lágrimas
Deixando rastro em retalhos
No movimento infinito das horas
O sempre não é todo dia
Se ontem eu chorei
Era porque em algum lugar
Alguém sorria
Da mesma forma que a noite
Nunca encontra o dia !!
Os ponteiros são feito alma sem vida
Girando sempre num mesmo sentido
Todo dia
Todo dia
Todo dia
Mas mesmo preso as horas que da vida restam... e pra sempre algumas prestam
Vivo a vida sem contar o tempo... amando aqui e ali
Levantando e caindo á todo momento
Sou um pescador de sentimentos
Um mal pagador de promessas
Um escritor de traços falhos
Sou naufrago de lágrimas
Deixando rastro em retalhos
No movimento infinito das horas
O sempre não é todo dia
Se ontem eu chorei
Era porque em algum lugar
Alguém sorria
Da mesma forma que a noite
Nunca encontra o dia !!
terça-feira, 9 de setembro de 2008
GAVETAS
"Aprisionei numa folha alguns sentimentos em forma de letras.
Mas larguei o papel esquecido nas gavetas da vida.
Um dia alguém o encontrou e resolveu chamá-los ...
Poesia ! "
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
MINHA HERANÇA
Pai
Tu me deste as mãos pra levantar
Me deste os pés pra eu caminhar
Pai
Foi por ti que enxerguei a vida
E a cada tropeço meu
Era sua lágrima que caia sentida
Pai
Lembra quando eu não te ouvia ?
Tolo que fui...
Hoje o silencio da sua boca
Fere fundo minha alma aflita
Rogo a Deus em vão um bis de conselhos
Peço perdão todo dia
Vejo-me vacilar
Mas já não tenho você pra me escorar
Pai
Teu sorriso está perdido entre as estrelas
Por isso as noites são mais belas depois que partiu
Não vou pedir pra você voltar
Seu lugar é mesmo muito além de um altar
Pai
Você foi meu esteio
Se hoje me levanto sozinho
Foi porque com você sempre aprendi
A ser decente
Pai
Meu pai que hoje está no céu
Iluminado seja seu nome
E que abençoado eu seja sempre
Ser teu filho ..
foi meu maior presente
Tu me deste as mãos pra levantar
Me deste os pés pra eu caminhar
Pai
Foi por ti que enxerguei a vida
E a cada tropeço meu
Era sua lágrima que caia sentida
Pai
Lembra quando eu não te ouvia ?
Tolo que fui...
Hoje o silencio da sua boca
Fere fundo minha alma aflita
Rogo a Deus em vão um bis de conselhos
Peço perdão todo dia
Vejo-me vacilar
Mas já não tenho você pra me escorar
Pai
Teu sorriso está perdido entre as estrelas
Por isso as noites são mais belas depois que partiu
Não vou pedir pra você voltar
Seu lugar é mesmo muito além de um altar
Pai
Você foi meu esteio
Se hoje me levanto sozinho
Foi porque com você sempre aprendi
A ser decente
Pai
Meu pai que hoje está no céu
Iluminado seja seu nome
E que abençoado eu seja sempre
Ser teu filho ..
foi meu maior presente
PARCOS SONHOS
Comprei uma cama grande
Mas era velho o cobertor
Esparramei nela meus sonhos
Ainda assim sobrou espaço pra um amor
Frustrado,
Recostei-me na velha poltrona de corvim
Olhei da janela
E vi o mundo aprisionado lá fora
Por um instante pensei que você sorria pra mim !
A madrugada cantava
Um sonho de prazer me invadia
Meu corpo suava
E em mim eu te sentia
Mas como nada é o que parece...
Acordei aos gritos dessa magia:
Pesadelo
Pesadelo
Era apenas minha velha cama de solteiro que rangia
Maldita miséria !
Mas era velho o cobertor
Esparramei nela meus sonhos
Ainda assim sobrou espaço pra um amor
Frustrado,
Recostei-me na velha poltrona de corvim
Olhei da janela
E vi o mundo aprisionado lá fora
Por um instante pensei que você sorria pra mim !
A madrugada cantava
Um sonho de prazer me invadia
Meu corpo suava
E em mim eu te sentia
Mas como nada é o que parece...
Acordei aos gritos dessa magia:
Pesadelo
Pesadelo
Era apenas minha velha cama de solteiro que rangia
Maldita miséria !
ELEMENTAIS
Somos feitos de ar e barro
Carne a carne renovados
Esqueletos e músculos
Todos bem articulados
Somos feito de água
Olhos e boca pedintes
Mãos que se apegam
Desenlaçam
Desdobram
E por outros se enlaçam
Somos do universo, alquimia
Uma mistura de fadas e bruxas
Bailando nessa eterna magia !
Carne a carne renovados
Esqueletos e músculos
Todos bem articulados
Somos feito de água
Olhos e boca pedintes
Mãos que se apegam
Desenlaçam
Desdobram
E por outros se enlaçam
Somos do universo, alquimia
Uma mistura de fadas e bruxas
Bailando nessa eterna magia !
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