Me despi pra amar !
Deixei cair a camisa
Botão a botão
O barulho do zíper denunciando meu jeans
Querendo ir ao chão
Me virei pra você
E com malicia
Baixei também a ultima peça
Meu corpo suado e malhado
Denunciava o amor
Por você desvendei meus olhos nus
Sem receio e sem medo
E posto que com olhos desvendados
Eu me despi pra amar
Seja na cama ou no chão
Quero você em mim
Vestindo-me de paixão !
sexta-feira, 30 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
DOIS CORPOS
Hoje quero um gole do teu prazer
Me fartar em seios fartos
Mais que beijar
Derramar em seus lábios minha paixão
Isso é delírio indecente
Desejo aflito
Alma de corpo
Corpo de alma
Hoje vou seduzir você
Roubar-te o prazer
E fazer por mim
Enlouquecer
Quero meu momento entre as pernas
Meu cálice de amor
Meu santo graal passional
Você hoje é carne
E eu sou leão
Hoje...
Teu corpo é meu
E meu corpo é seu !
Me fartar em seios fartos
Mais que beijar
Derramar em seus lábios minha paixão
Isso é delírio indecente
Desejo aflito
Alma de corpo
Corpo de alma
Hoje vou seduzir você
Roubar-te o prazer
E fazer por mim
Enlouquecer
Quero meu momento entre as pernas
Meu cálice de amor
Meu santo graal passional
Você hoje é carne
E eu sou leão
Hoje...
Teu corpo é meu
E meu corpo é seu !
POR AMOR
Por um amor já fiz um tanto
Pintei um jardim de cores repleto
Mesmo em ruas de concreto
Vesti-me de palhaço pra chorar na multidão
Sem ligar que apenas eu
Estava perdido em seu salão
Por um amor fiz coisas que nunca sonhei
Andei de botas sete léguas
Bicicleta e até motoneta
Mas por conta do destino
Nunca te encontrei
Foi tudo por um amor
E dentre os vários que busquei
Nunca um deles me disse:
Até que enfim, eu te achei !
Pintei um jardim de cores repleto
Mesmo em ruas de concreto
Vesti-me de palhaço pra chorar na multidão
Sem ligar que apenas eu
Estava perdido em seu salão
Por um amor fiz coisas que nunca sonhei
Andei de botas sete léguas
Bicicleta e até motoneta
Mas por conta do destino
Nunca te encontrei
Foi tudo por um amor
E dentre os vários que busquei
Nunca um deles me disse:
Até que enfim, eu te achei !
JANELAS
Em minha janela respinga a chuva
Que feito alma nua vem me lavar
Em minha janela respinga a chuva
Que molha a rua a me levar
Em minha janela também brilha o sol
Que feito o fogo vem me esquentar
Em minha janela também brilha o sol
Queimando a rua pra eu não voltar
Em minha janela encontro a lua
Que sempre insone vem me acordar
Em minha janela encontro a lua
Que mais uma noite me faz sonhar
quarta-feira, 28 de maio de 2008
FETICHE
E sobre alcinhas e trufas
Busquei você !
Querendo paixão e luxuria
Perdido em pensamentos humanos
Num misto de tesão e fúria
Foi num sabor feito trufa que provei teus beijos
E com mãos tresloucas em sua blusa desmanchei seus laços
Nosso caso cresceu entre calças perdidas
Travesseiros mordidos de batom
E alcinhas vencidas
Mas preciso mais que paixão
Quero amor e volúpia
Entrega sem regra
Quero apego
Aconchego
Sossego e também desassossego
Vou buscar mais da vida
Chega só de trufas
Ou alcinhas caídas
Quero também uma cinta-liga !
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